FCMS - Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul
banner
banner
 
Notícias  
 
Sarau chega a 29ª edição e celebra aniversário do Centro Cultural José Octávio Guizzo
26/09/2013 | Marcio Breda
Divulgação

 

Campo Grande (MS) - A Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul realiza no dia 1º de outubro (terça-feira), a partir das 19 horas, a 29ª edição do Sarau Cultural celebrando os 29 anos do Centro Cultural José Octávio Guizzo reunindo pessoas e divulgando a rica identidade sul-mato-grossense. A participação é livre e o evento é gratuito.

 

O evento contará com a participação da Colônia Paraguaia Danças Folclóricas, da Orquestra Camerata Violeira, do músico Lucas Brandão e uma intervenção do artista plástico Galvão Pretto. A apresentação fica por conta de Leandro Faria. Além dos artistas convidados, o Sarau abre espaço também para intervenções do público.

 

A Colônia Paraguaia Danças Folclóricas é ligada ao Ponto de Cultura Colônia Paraguaia de Campo Grande e tem como objetivo manter e divulgar a cultura do país vizinho. Apresentará ao público coreografias ligadas ao folclore paraguaio, que se faz muito forte no Estado. Recebe orientações do Mestre Zenon Sanabria Fretes, coreógrafo e dançarino de Concepcíon que vem duas vezes ao mês à Capital prestar essa assessoria.

 

A Orquestra Camerata Violeira é um encontro entre a raiz e o erudito, que, pelo sincretismo e qualidade das fontes, resultou em uma linguagem original, inspirada pela incomensurável riqueza das mais diversas vertentes da música brasileira. O grupo evoca a cultura sul-mato-grossense unificando fronteiras entre as variadas tendências musicais. Patrocinada pelo Fundo de Investimentos Culturais, é o resultado de oficinas de viola caipira, acordeom, violino, violoncelo, contrabaixo acústico, sax e teoria musical.

 

Galvão Pretto é artista plástico. Estudou Pintura, Cenografia, Artes Plásticas e Modelagem na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Já coordenou pela Fundação de Cultura do Estado de Mato Grosso do Sul os projetos: Salão de Artes Visuais do Mato Grosso do Sul, Espelho das Artes Plásticas, Território Ocupado e Projeto 3D, além das atividades do Núcleo de Artes Visuais.

 

Lucas Brandão divide sua carreira musical entre a Bossa Nova e o Violão Erudito. É professor de Música em projetos sociais reconhecidos (Instituto Musical Chico Xavier e Educandário Getulio Vargas) e também atua como baixista do grupo de Samba Rock Maria Mulata. Compositor desde os 15 anos, possui um repertório de 12 canções autorais em estilo Bossa Nova. Em 2009 começou atuar como músico em bares da Capital. Há pouco mais de um ano Lucas tem participado de diversos eventos e da cena cultural de Campo Grande, como o Sarobá e o projeto Sound.Art.

 

O Sarau Cultural vem se fortalecendo a cada mês e ganhando espaço na noite campo-grandense, sempre na primeira terça-feira do mês, durante duas horas, das 19h às 21 horas. Intervenções de música, poesia, dança e teatro se espalham nas instalações do Centro Cultural apresentando a produção de artistas locais e visitantes com o intuito de mostrar e trocar experiências nas variadas artes.

 

Serviço - Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 3317-1795 ou no Centro Cultural José Octávio Guizzo, que fica localizado na rua 26 de Agosto, 453, entre as ruas Calógeras e a 14 de Julho.

 

Histórico do Centro Cultural José Octávio Guizzo - O Centro Cultural de Mato Grosso do Sul foi fundado através de decreto do Governador Wilson Barbosa Martins em 11 de outubro de 1984 e está localizado na Rua 26 de Agosto, antiga Rua Velha, considerada a primeira de Campo Grande. Segundo Idara Duncan foi de grande importância o empenho de Nelly Martins, artista plástica e à época primeira dama do Estado, no sentido de materializar o primeiro espaço físico exclusivamente destinado à cultura em Mato Grosso do Sul.

 

No terreno onde se localizava a antiga usina elétrica (1919), foi construído na década de 60 o prédio do Fórum da Comarca de Campo Grande. Na década de 80 o Fórum foi transferido para o edifício onde funcionavam as repartições públicas do Estado, na Avenida Fernando Corrêa da Costa, que por sua vez foram transferidas para o recém-construído Parque dos Poderes.

 

No dia 20 de dezembro de 1989, através da lei 1.029, sancionada pelo Governador Marcelo Miranda, o Centro Cultural de Mato Grosso do Sul recebeu a denominação Centro Cultural José Octávio Guizzo, homenageando o advogado, historiador, estudioso do folclore, cineasta, estimulador de talentos, produtor cultural, músico, poeta e ex-presidente da Fundação de Cultura falecido no dia 20 de novembro do mesmo ano. Houve também em 1989 a reforma do Centro Cultural e a construção do anexo com o teatro.

 

O Centro Cultural abriga salas com nomes de personalidades relacionadas à cultura como Teatro Aracy Balabanian, Sala Rubens Corrêa, Sala Conceição Ferreira, Galerias Wega Nery e Ignez Corrêa da Costa. Funcionou também no Centro Cultural a Biblioteca Isaías Paim, atualmente instalada no Memorial da Cultura Apolônio de Carvalho, a Pinacoteca Estadual, que deu origem ao Museu de Arte Contemporânea (MARCO) e a Filmoteca, que funciona hoje no Museu de Imagem e do Som (MIS).

 

Contatos para a Imprensa:

Colônia Paraguaia - Luciene Bicudo: 9240-9815

Camerata Violeira – Marcos Assunção: 8431-9943

Galvão Pretto: 9977-7849

Lucas Brandão: 9248-9116

 



 
Clique aqui para enviar esta matéria a alguém  Clique aqui para imprimir esta matéria
 
banner
banner
banner
banner
banner
banner
banner
banner
banner
banner
banner
banner
banner
banner
banner
FCMS - Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul | Avenida Fernando Corrêa da Costa, 559 | CEP 79002-820 | Campo Grande - MS | 67 3316-9174