Dilsinho encerra Festival América do Sul com chave de ouro e leva 20 mil pessoas para show histórico em Corumbá

  • Publicado em 18 maio 2026 • por Daniel •

  • Nove anos após seu primeiro show em Corumbá, Dilsinho retornou à cidade branca neste domingo (17) para encerrar a programação do Festival América do Sul (FAS) 2026. Mais de 20 mil pessoas estiveram presentes na noite de encerramento, que se tornou um dos momentos mais marcantes da edição. Visivelmente emocionado, o cantor agradeceu aos fãs por diversas vezes durante o show e declarou ao público: “Eu amo Corumbá”.

    Antes de subir ao palco, o artista falou sobre a expectativa do reencontro com a cidade que marcou o início de sua carreira. “Muita expectativa para esse retorno em Corumbá. Tanta coisa aconteceu na minha vida, na minha carreira de quase 10 anos — muita coisa boa aconteceu. Então estava esperando esse momento de poder voltar depois de muito tempo em um lugar onde a gente veio no começo da carreira. Acho que tem muitos fãs que estavam esperando esse encontro, e vai ser uma noite especial para nós”, disse Dilsinho.

    Em quase duas horas de show, o pagodeiro tocou hits como “Diferentão”, “Péssimo Negócio”, “Sou Pagodeiro” e “Baby, me atende”, além de reproduzir versões de clássicos da música brasileira como “Fogo e Paixão”, de Wando, e “Lenda”, de Sandy e Júnior.

    O reencontro foi celebrado com igual entusiasmo pelo público. Para o coreógrafo Vinicius Barioli, a presença de Dilsinho no FAS vai além da música. “É surreal ter esse homem de novo aqui. A história dele é surreal — é um menino que lutou muito e a gente se espelha na carreira dele. Quando eu era criança escutava muito Dilsinho com a minha irmã. O Festival América do Sul é uma vivência para nós aqui de Corumbá — é a cultura viva em uma cidade do interior, no Pantanal. Ano passado trouxeram a Alcione, e esse ano trouxeram o funk com o Dennis DJ mais o Dilsinho. É incrível”, afirmou.

    Para a estudante Andressa Colman, 24 anos, a noite representou a realização de um sonho guardado desde a adolescência. “É um sonho de criança, porque quando ele veio para cá eu tinha 15 anos e não pude ir ao show. Então estar aqui hoje é realizar esse sonho”, disse ela.

    Diferente de Andressa, Vitória Souza pôde celebrar o momento ainda na infância. Acompanhada da tia Jeane Mara, a menina estava no show comemorando seus 12 anos de vida. “Ela me pediu que eu a trouxesse no aniversário dela. O pai dela é muito rígido, mas ele permitiu que ela viesse hoje porque estava comigo. E eu falei pra ela: você vai ver o Dilsinho de perto — e a gente conseguiu realizar isso. Esse momento vai ficar marcado na história dela”, contou Jeane Mara.

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    texto Thais Pimenta

    fotos Elias Campos

    Categorias :

    Festival América do Sul

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